terça-feira, fevereiro 28, 2012

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Meryl Streep e Jean Dujardin

MIKE BLAKE (REUTERS)

Meryl Streep, Oscar 2012 de melhor atriz por 'A dama de ferro', e Jean Dujardin, Oscar 2012 de melhor ator por 'O Artista', posam juntos após receberem os prêmios da Academia.

Meryl Streep - Oscar 2012 de melhor atriz

GARY HERSHORN (REUTERS)

Meryl Streep, emocionada, recebe o Oscar de melhor atriz por seu papel em 'A dama de ferro'.

Jean Dujardin - Oscar 2012 de melhor ator

GARY HERSHORN (REUTERS)

Jean Dujardin, com seu Oscar de melhor ator em 'O Artista', e o cachorro Uggie.

O Artista – Oscar de melhor filme 2012


O Artista – Oscar de melhor filme 2012

SINOPSE

Na Hollywood do fim dos anos 1920, o astro do cinema mudo George Valentin vê sua carreira ameaçada com a chegada do som aos filmes. Ao mesmo tempo, ele se envolve com uma aspirante a atriz que começa a ver sua carreira decolar.

FICHA DO FILME
Título original: The Artist
Diretor: Michel Hazanavicius
Elenco: Jean Dujardin, Berenice Bejo, John Goodman, James Cromwell, Penelope Ann Miller, Malcolm McDowell
Gênero: Comédia dramática
Duração: 100 min.
Ano: 2011
Data da Estréia: 10/02/2012
Cor: Preto e Branco
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos
País: Bélgica, França

FLUMINENSE - CAMPEÃO TAÇA GUANABARA 2012


sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Vinho numa hora desta?


‘Descorchados Chile 2012’

Antonio de Freitas

Acaba de ser publicado o “Descorchados Chile 2012”, obra de Patrício Tapia, um guia com os melhores vinhos chilenos do ano. Assim, seguindo o artigo de Jorge Lucki, para o jornal Valor Econômico, de 23 de fevereiro de 2012, aqui está a lista dos melhores vinhos chilenos de 2012:

Categoria vinho tinto:

1) Erasmo Reserva de Caliboro Mezcla Tinta 2007, Maule;

2) Calyptra Zahir Cabernet Sauvignon 2008, Cachapoal;

3) Carmen Gold Reserve Cabernet Sauvignon 2009, Maipo;

4) Concha y Toro Carmín Carmenerè 2008, Peumo;

5) Miguel Torres Conde de Superunda Mezcla Tinta 2005, Curicó;

6) Altaïr Mezcla Tinta 2007, Cachapoal;

7) Domus Aurea Clos Quebrada de Macul Cabernet Sauvignon 2007, Maipo;

8) Cousiño Macul Lota Mezcla Tinta 2007, Maipo;

9) De Martino Single Vineyard Limávida Mezcla Tinta 2008, Maule;

10) Intriga Cabernet Sauvignon 2009, Maipo;

11) Miguel Torres Manso de Velasco Cabernet Sauvignon 2008, Curicó;

12) Morandé House of Morandé Mezcla Tinta 2007, Maipo;

13) Santa Rita Pehuén Carmenerè 2007, Apalta;

14) Torreón de Paredes Don Amado Mezcla Tinta 2007, Rengo;

15) Viñedo Chadick Cabernet Sauvignon 2008, Maipo;


Categoria vinho branco:

1) Morandé Edición Limitada Sauvignon Blanc 2010, Casablanca;

2) Ribeira del Lago Laberinto C. de Barlovento Sauvignon Blanc 2011, Maule;

3) Calyptra Gran Reserva Sauvignon Blanc 2009, Cachapoal;

4) Concha y Toro Terrunyo Sauvignon Blanc 2010, Casablanca;

5) Cono Sur 20 Barrels Sauvignon Blanc 2011, Casablanca;

6) Kingston Cariblanco Sauvignon Blanc 2011, Casablanca;

7) Maycas de LImari Quebrada Seca Chardonnay 2009, Limarí;

8) Ribera del Lago Leberinto Arcilas de Sotavento Sauvignon Blanc 2011, Maule;

9) Tabalí Reserva Especial Sauvignon Blanc 2011, Limarí;

10) Tabalí Reserva Camanchaca Vineyard Chardonnay 2010, Limarí;

11) Undurraga TH Sauvignon Blanc 2010, Lo Abarca.

terça-feira, fevereiro 21, 2012

Carnaval 2012


Luiza Brunet, que há 29 anos desfila como rainha de bateria da Imperatiz Leopoldinense - Márcia Foletto / O Globo

Carnaval 2012

Destaque da Porta da Pedra com sua fantasia dourada - Marcelo Theobald / O Globo

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Fotografia de Vanguarda em Cuba

Cartaz Comemorativo do Centenário da Fotografia em ‘La Habana’, Cuba (1939). Copia de época.

Fotografia de Vanguarda em Cuba

El País - 14-02-2012

A fotografia de vanguarda em Cuba, antes de 1959.

Valentine´s Day

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Kodak

DANIEL J. RANSOHOFF (CINCINNATI MUSEUM / GETTY)

Kodak

El País – 10-02-12

Tradução de Antonio de Freitas

Kodak insistia em que o manuseio de suas câmaras era muito simples. Na imagem, várias crianças usam suas câmaras ‘Instamatic’ em Cincinnati, EUA, numa imagem tomada em 1970.

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

‘La capitana’ Mika Feldman

A argentina Mika Feldman, durante a Guerra Civil Espanhola./ARCHIVO CENTELLES
(CENTRO DOCUMENTAL DE LA MEMORIA HISTÓRICA)

‘La capitana’ Mika sai do esquecimento

A escritora Elsa Osorio reconstrói a assombrosa biografia da argentina Mika Feldman, que dirigiu uma coluna de milicianos durante a Guerra Civil Espanhola.

Tereixa Constenla – El País – Babelia - Madrid – 27-01-12

Tradução de Antonio de Freitas

Há vidas carregadas de literatura. A de Mika Feldman de Etchebéhère é pura novela desde que nasceu em ‘Entre Rios’, na colônia argentina fundada por judeus refugiados da perseguição czarista, e morreu em Paris cercada por amigos ateus e abençoada por sua empregada. Entre 1902, ano de seu nascimento, e 1992, o de sua morte, o mundo se convulsionou muito. E Mika tinha o costume de estar no epicentro destas convulsões, fosse em Berlim de 1933 em plena ascensão do nazismo ou em Madri acossada pelos sublevados contra a Segunda República em 1936.

Não foi apenas mais um entre os milhares de estrangeiros - idealistas e/ou ideologizados— que acudiram à Espanha a pegar seu fuzil. Mika, comunista alérgica aos carnês e amante da dissidência que sempre a distanciou do aparato soviético, chegou com seu marido Hipólito pouco antes do golpe militar de julho de 36. Parecia outra escala a mais na sua viagem internacional até a revolução, que lhes havia arrancado da Patagônia e levado a Paris e Berlim. Não tinham mais pátria que as ideas.

Porém, Espanha foi muito diferente. Começou uma guerra e uma revolução. Eles queriam ganhar a ambas. “Na tarde de 18 de julho começou nosso andar em busca de armas e de alistamento, de um sindicato da UGT a outro da CNT, entre grupos de jovens quase crianças e homens quase anciãos, entre rumores e discursos, entre canções e consignas, misturadas à maré que subia de todos os bairros e baixava sobre a ‘Puerta del Sol’. A todos nos tremiam as mãos ansiosas por uma arma”, narrou a própria Mika Feldman numa carta inédita, encontrada pelo historiador argentino Horacio Tarcus.

Em Espanha ocorreu algo irreversível: a morte de Hipólito, chefe de uma coluna de 150 milicianos, em agosto de 1936. Mika, que até então havia contribuído, desde a retaguarda, com trabalhos sanitários, dá um passo adiante. Mosquetão em riste, os milicianos do POUM (‘Partido Obrero de Unificación Marxista’) aceitam seu mando com a mesma naturalidade com que se deixam cuidar por ela durante as batalhas de ‘Sigüenza’, ‘Moncloa’ e ‘Pineda de Húmera’.

Aquela dentista argentina que até 1936, a duras penas, aceitava “o caminho das armas” como instrumento revolucionário passou a compartilhar o que havia expressado uma miliciana que desejava uma divisão igualitária de tarefas: “Não vim ao front para morrer pela revolução com um trapo de cocinha na mão”. E talvez tenha sido a mulher com maior patente militar durante a Guerra Civil Espanhola. Naqueles dias seu arrojo militar alimentou certa lenda, ainda que não tenha escapado da perseguição estalinista desatada contra o POUM. Finalmente o apagão dos vencedores sobre os vencidos dissipou-a da memória coletiva e a relegou a redutos militantes, como a ‘Fundación Andreu Nin’. Lutou pelos espanhóis, ainda que poucos conheçam agora sua historia.

A autora acredita que sua vida haveria sido inverossímil num personagem fictício

Um dia de março de 2007, a escritora Elsa Osorio (Buenos Aires, 1952) visitou a casinha de Paris na qual Mika Feldman havia passado incontáveis horas de sua velhice entre plantas. “Encontrei um jardim abandonado e pareceu-me que esse abandono era uma metáfora de sua memória”. E nessa sensação Osorio encontrou o empurrão definitivo para montar sua novela ‘La Capitana’ (Siruela), na qual refaz a intensa vida de uma mulher que participou dos acontecimentos mais transcendentais do século XX guiada por sua idea de justiça, igualdade e liberdade. “Pertenceu a um mundo que não se conhece, que já não existe mais esse tipo de gente”, reflexiona a escritora.

Assumiu o mando de 150 homens ao morrer seu marido numa batalha

Elsa Osorio levava anos acorrentada ao fantasma de Mika Feldman, desde que o escritor argentino Juan José Hernández lhe falou dela a meados dos anos oitenta. Rastreou suas pegadas pouco a pouco, com a paciência de um sioux: um artigo escrito por ela em 1945, intitulado ‘El niño guerrillero’; encontros com amigos; consulta a notas manuscritas e diários; descobrimento da ‘Fundación Andreu Nin’, guardiões da memória do POUM, e busca em arquivos na Espanha, França e nos Estados Unidos.

Quanto mais mergulhava na biografia, mais assombrosa lhe resultava. “Se eu tivesse inventado um personagem assim, seria inacreditável: alguém que conheceu a Breton e era amiga de Cortázar, que foi dentista na Patagônia, que esteve à frente de uma coluna na guerra... Pareceu-me uma mulher extraordinária, uma espécie de Che Guevara que apostou a própria vida”, explica Osorio.

A novela também será publicada, entre outros, nos países com pegadas de Hipólito e Mika, como Alemanha, França e Argentina. Em todos tentaram mudar o mundo, o mundo era sua pátria. Quando, em ‘La Capitana’, um exilado argentino a anima em Paris a participar na guerra das Malvinas em 1982 com as seguintes palavras “E que bom seria para ti, finalmente uma guerra tua, de teu país, não uma guerra distante”, Mika fica indignada e chama seu amigo Julio Cortázar para buscar um cúmplice. A nenhum lhes cabia o patriotismo numa bandeira. 

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Veneza congelada

Marco Sabadin (AFP)

O gelo chega aos canais de Veneza

El País – 7-02-2012

Tradução de Antonio de Freitas

Um barco navega por um canal coberto de gelo em Veneza, Itália.

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Elizabeth II

(AFP)

A rainha Elizabeth II completa 60 anos de reinado

 Tradução de Antonio de Freitas

El País - 6 de fevereiro de 2012

Winston Churchill saúda a então princesa Elizabeth durante uma recepção em 23 de março de 1950.

Elizabeth II

TOBY MELVILLE (AP)

A rainha Elizabeth II completa 60 anos de reinado 

El País - 6 de fevereiro de 2012

Tradução de Antonio de Freitas

Elizabeth II completa 60 anos à frente do trono, um dos reinados mais longevos da historia. É monarca de dezesseis estados independentes, agrupados nos Reinos da “Commonwealth realm”. Na imagem, Elizabeth II chega à cerimônia anual de abertura das sessões do Parlamento britânico.

sexta-feira, fevereiro 03, 2012

Neve em Espanha

MANU FERNANDEZ (AP)

Bosque nevado em Rubí, Barcelona, Espanha.

Neve em Espanha

RAFA RIVAS (AFP)

Paisagem nevada em Izoria, Álava, na Espanha.

Apenas um exercício


Apenas um exercício

ALAN GRAGG (U.S NAVY) – El País - 02-02-2012

Tradução de Antonio de Freitas

Marines americanos saltam no mar de um helicóptero Sikorsky CH-53E Super Stallion, durante um exercício no Mar da Arábia no passado dia 19 de janeiro, numa imagem difundida pelo Comando Central do Exército dos EUA.