Segunda-feira, Março 19, 2012
Fallas 2012
JORDI VICENT
‘Ofrena de las Fallas’ de Valencia
Antonio de Freitas
Mais de 50.000 pessoas desfilaram dia 16 de março na ‘Ofrena de las Fallas’ de Valencia, Espanha, para mostrar seu fervor a Nossa Senhora dos Desamparados, “La Geperudeta”. Durante a cerimônia, é criado um manto gigantesco de flores ofertadas pelos fieis. As “Fallas” terminam hoje dia 19 de março, Dia de São José , com a queima de todas as esculturas de papelão, na denominada “Nit de la crema”.
Domingo, Março 11, 2012
Terça-feira, Março 06, 2012
Aniversário de 85 anos de Gabriel García Márquez
MSN Notícias - España - Cristina de Pedro Martín - 06/03/2012
"Muchos años después, frente al pelotón de fusilamiento, el coronel Aureliano Buendía había de recordar aquella tarde remota en que su padre lo llevó a conocer el hielo. Macondo era entonces una aldea de 20 casas de barro y cañabrava construidas a la orilla de un río de aguas diáfanas que se precipitaban por un lecho de piedras pulidas, blancas y enormes como huevos prehistóricos".
Começo do livro 'Cien Años de Soledad', de Gabriel Garcia Márquez, prêmio Nobel de Literatura de 1982, que hoje completa 85 anos.
Terça-feira, Fevereiro 28, 2012
Segunda-feira, Fevereiro 27, 2012
O Artista – Oscar de melhor filme 2012
O Artista – Oscar de melhor filme 2012
Na Hollywood do fim dos anos 1920, o astro do cinema mudo George Valentin vê sua carreira ameaçada com a chegada do som aos filmes. Ao mesmo tempo, ele se envolve com uma aspirante a atriz que começa a ver sua carreira decolar.
FICHA DO FILME
Título original: The Artist
Diretor: Michel Hazanavicius
Elenco: Jean Dujardin, Berenice Bejo, John Goodman, James Cromwell, Penelope Ann Miller, Malcolm McDowell
Gênero: Comédia dramática
Duração: 100 min.
Ano: 2011
Data da Estréia: 10/02/2012
Cor: Preto e Branco
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos
País: Bélgica, França
Sexta-feira, Fevereiro 24, 2012
Vinho numa hora desta?
‘Descorchados Chile 2012’
Antonio de Freitas
Acaba de ser publicado o “Descorchados Chile 2012”, obra de Patrício Tapia, um guia com os melhores vinhos chilenos do ano. Assim, seguindo o artigo de Jorge Lucki, para o jornal Valor Econômico, de 23 de fevereiro de 2012, aqui está a lista dos melhores vinhos chilenos de 2012:
Categoria vinho tinto:
1) Erasmo Reserva de Caliboro Mezcla Tinta 2007, Maule;
2) Calyptra Zahir Cabernet Sauvignon 2008, Cachapoal;
3) Carmen Gold Reserve Cabernet Sauvignon 2009, Maipo;
4) Concha y Toro Carmín Carmenerè 2008, Peumo;
5) Miguel Torres Conde de Superunda Mezcla Tinta 2005, Curicó;
6) Altaïr Mezcla Tinta 2007, Cachapoal;
7) Domus Aurea Clos Quebrada de Macul Cabernet Sauvignon 2007, Maipo;
8) Cousiño Macul Lota Mezcla Tinta 2007, Maipo;
9) De Martino Single Vineyard Limávida Mezcla Tinta 2008, Maule;
10) Intriga Cabernet Sauvignon 2009, Maipo;
11) Miguel Torres Manso de Velasco Cabernet Sauvignon 2008, Curicó;
12) Morandé House of Morandé Mezcla Tinta 2007, Maipo;
13) Santa Rita Pehuén Carmenerè 2007, Apalta;
14) Torreón de Paredes Don Amado Mezcla Tinta 2007, Rengo;
15) Viñedo Chadick Cabernet Sauvignon 2008, Maipo;
Categoria vinho branco:
1) Morandé Edición Limitada Sauvignon Blanc 2010, Casablanca;
2) Ribeira del Lago Laberinto C. de Barlovento Sauvignon Blanc 2011, Maule;
3) Calyptra Gran Reserva Sauvignon Blanc 2009, Cachapoal;
4) Concha y Toro Terrunyo Sauvignon Blanc 2010, Casablanca;
5) Cono Sur 20 Barrels Sauvignon Blanc 2011, Casablanca;
6) Kingston Cariblanco Sauvignon Blanc 2011, Casablanca;
7) Maycas de LImari Quebrada Seca Chardonnay 2009, Limarí;
8) Ribera del Lago Leberinto Arcilas de Sotavento Sauvignon Blanc 2011, Maule;
9) Tabalí Reserva Especial Sauvignon Blanc 2011, Limarí;
10) Tabalí Reserva Camanchaca Vineyard Chardonnay 2010, Limarí;
11) Undurraga TH Sauvignon Blanc 2010, Lo Abarca.
Terça-feira, Fevereiro 21, 2012
Terça-feira, Fevereiro 14, 2012
Segunda-feira, Fevereiro 13, 2012
Sexta-feira, Fevereiro 10, 2012
Quarta-feira, Fevereiro 08, 2012
‘La capitana’ Mika Feldman
A argentina Mika Feldman, durante a Guerra Civil Espanhola./ARCHIVO CENTELLES
(CENTRO DOCUMENTAL DE LA MEMORIA HISTÓRICA)
‘La capitana’ Mika sai do esquecimento
A escritora Elsa Osorio reconstrói a assombrosa biografia da argentina Mika Feldman, que dirigiu uma coluna de milicianos durante a Guerra Civil Espanhola.
Tereixa Constenla – El País – Babelia - Madrid – 27-01-12
Tradução de Antonio de Freitas
Há vidas carregadas de literatura. A de Mika Feldman de Etchebéhère é pura novela desde que nasceu em ‘Entre Rios’, na colônia argentina fundada por judeus refugiados da perseguição czarista, e morreu em Paris cercada por amigos ateus e abençoada por sua empregada. Entre 1902, ano de seu nascimento, e 1992, o de sua morte, o mundo se convulsionou muito. E Mika tinha o costume de estar no epicentro destas convulsões, fosse em Berlim de 1933 em plena ascensão do nazismo ou em Madri acossada pelos sublevados contra a Segunda República em 1936.
Não foi apenas mais um entre os milhares de estrangeiros - idealistas e/ou ideologizados— que acudiram à Espanha a pegar seu fuzil. Mika, comunista alérgica aos carnês e amante da dissidência que sempre a distanciou do aparato soviético, chegou com seu marido Hipólito pouco antes do golpe militar de julho de 36. Parecia outra escala a mais na sua viagem internacional até a revolução, que lhes havia arrancado da Patagônia e levado a Paris e Berlim. Não tinham mais pátria que as ideas.
Porém, Espanha foi muito diferente. Começou uma guerra e uma revolução. Eles queriam ganhar a ambas. “Na tarde de 18 de julho começou nosso andar em busca de armas e de alistamento, de um sindicato da UGT a outro da CNT, entre grupos de jovens quase crianças e homens quase anciãos, entre rumores e discursos, entre canções e consignas, misturadas à maré que subia de todos os bairros e baixava sobre a ‘Puerta del Sol’. A todos nos tremiam as mãos ansiosas por uma arma”, narrou a própria Mika Feldman numa carta inédita, encontrada pelo historiador argentino Horacio Tarcus.
Em Espanha ocorreu algo irreversível: a morte de Hipólito, chefe de uma coluna de 150 milicianos, em agosto de 1936. Mika, que até então havia contribuído, desde a retaguarda, com trabalhos sanitários, dá um passo adiante. Mosquetão em riste, os milicianos do POUM (‘Partido Obrero de Unificación Marxista’) aceitam seu mando com a mesma naturalidade com que se deixam cuidar por ela durante as batalhas de ‘Sigüenza’, ‘Moncloa’ e ‘Pineda de Húmera’.
Aquela dentista argentina que até 1936, a duras penas, aceitava “o caminho das armas” como instrumento revolucionário passou a compartilhar o que havia expressado uma miliciana que desejava uma divisão igualitária de tarefas: “Não vim ao front para morrer pela revolução com um trapo de cocinha na mão”. E talvez tenha sido a mulher com maior patente militar durante a Guerra Civil Espanhola. Naqueles dias seu arrojo militar alimentou certa lenda, ainda que não tenha escapado da perseguição estalinista desatada contra o POUM. Finalmente o apagão dos vencedores sobre os vencidos dissipou-a da memória coletiva e a relegou a redutos militantes, como a ‘Fundación Andreu Nin’. Lutou pelos espanhóis, ainda que poucos conheçam agora sua historia.
A autora acredita que sua vida haveria sido inverossímil num personagem fictício
Um dia de março de 2007, a escritora Elsa Osorio (Buenos Aires, 1952) visitou a casinha de Paris na qual Mika Feldman havia passado incontáveis horas de sua velhice entre plantas. “Encontrei um jardim abandonado e pareceu-me que esse abandono era uma metáfora de sua memória”. E nessa sensação Osorio encontrou o empurrão definitivo para montar sua novela ‘La Capitana’ (Siruela), na qual refaz a intensa vida de uma mulher que participou dos acontecimentos mais transcendentais do século XX guiada por sua idea de justiça, igualdade e liberdade. “Pertenceu a um mundo que não se conhece, que já não existe mais esse tipo de gente”, reflexiona a escritora.
Assumiu o mando de 150 homens ao morrer seu marido numa batalha
Elsa Osorio levava anos acorrentada ao fantasma de Mika Feldman, desde que o escritor argentino Juan José Hernández lhe falou dela a meados dos anos oitenta. Rastreou suas pegadas pouco a pouco, com a paciência de um sioux: um artigo escrito por ela em 1945, intitulado ‘El niño guerrillero’; encontros com amigos; consulta a notas manuscritas e diários; descobrimento da ‘Fundación Andreu Nin’, guardiões da memória do POUM, e busca em arquivos na Espanha, França e nos Estados Unidos.
Quanto mais mergulhava na biografia, mais assombrosa lhe resultava. “Se eu tivesse inventado um personagem assim, seria inacreditável: alguém que conheceu a Breton e era amiga de Cortázar, que foi dentista na Patagônia, que esteve à frente de uma coluna na guerra... Pareceu-me uma mulher extraordinária, uma espécie de Che Guevara que apostou a própria vida”, explica Osorio.
A novela também será publicada, entre outros, nos países com pegadas de Hipólito e Mika, como Alemanha, França e Argentina. Em todos tentaram mudar o mundo, o mundo era sua pátria. Quando, em ‘La Capitana’, um exilado argentino a anima em Paris a participar na guerra das Malvinas em 1982 com as seguintes palavras “E que bom seria para ti, finalmente uma guerra tua, de teu país, não uma guerra distante”, Mika fica indignada e chama seu amigo Julio Cortázar para buscar um cúmplice. A nenhum lhes cabia o patriotismo numa bandeira.
Terça-feira, Fevereiro 07, 2012
Segunda-feira, Fevereiro 06, 2012
Elizabeth II
TOBY MELVILLE (AP)
A rainha Elizabeth II completa 60 anos de reinado
El País - 6 de fevereiro de 2012
Tradução de Antonio de Freitas
Elizabeth II completa 60 anos à frente do trono, um dos reinados mais longevos da historia. É monarca de dezesseis estados independentes, agrupados nos Reinos da “Commonwealth realm”. Na imagem, Elizabeth II chega à cerimônia anual de abertura das sessões do Parlamento britânico.
Sexta-feira, Fevereiro 03, 2012
Apenas um exercício
Apenas um exercício
ALAN GRAGG (U.S NAVY) – El País - 02-02-2012
Tradução de Antonio de Freitas
Marines americanos saltam no mar de um helicóptero Sikorsky CH-53E Super Stallion, durante um exercício no Mar da Arábia no passado dia 19 de janeiro, numa imagem difundida pelo Comando Central do Exército dos EUA.
Terça-feira, Janeiro 31, 2012
Domingo, Janeiro 15, 2012
Sexta-feira, Janeiro 06, 2012
Sexta-feira, Dezembro 23, 2011
Quarta-feira, Dezembro 21, 2011
Terça-feira, Dezembro 20, 2011
Sexta-feira, Dezembro 16, 2011
Soldados que derretem
Soldados que derretem
ALY SONG – El País - 15-12-2011
Tradução de Antonio de Freitas
Réplicas de chocolate dos soldados de terracota (um exército de mais de 7.000 figuras com as quais foi enterrado o imperador Qin Shi Huang no ano 209 a.C) são exibidas na exposição mundial de chocolate que se celebra estes dias em Xangai, na China.
Quarta-feira, Dezembro 14, 2011
Terça-feira, Dezembro 13, 2011
Quarta-feira, Dezembro 07, 2011
Segunda-feira, Dezembro 05, 2011
A jovem militante
A jovem militante
Antonio de Freitas
A foto revela a então militante da Vanguarda Armada Revolucionária – VAR Dilma Rousseff, em novembro de 1970, com apenas 22 anos de idade, em audiência na sede da 1ª Auditoria Militar, na cidade do Rio de Janeiro. Ela havia sido presa em São Paulo dez meses antes, pelo DOI-Codi, e foi torturada por 22 dias.
Naquele mesmo dia em que esta foto foi tirada, ela finalmente encontrou seu companheiro Carlos Araújo, também preso.
Um detalhe merece destaque: os membros daquela audiência cobrem a cara durante a foto, como que envergonhados, enquanto a jovem militante torturada possui um semblante de paz.
Esta foto e outras, também inéditas, estarão no livro “A vida quer é coragem – a trajetória de Dilma Rousseff”, do jornalista Ricardo Batista do Amaral, com lançamento previsto no Rio de Janeiro para o dia 15 de dezembro.
Madame Tussauds completa 250 anos
Paul McCartney assustado diante de sua cópia em cera
Madame Tussauds completa 250 anos
O museu de cera mais antigo do mundo celebra mais de dois séculos
ANA SERRANO – EL PAÍS - 05-12-2011
Tradução de Antonio de Freitas
É o museu de cera mais antigo do mundo, tanto que está celebrando os 250 anos de sua fundadora. Trata-se de Madame Tussauds, um ícone do ‘kitsch’ mundial que atrai mais turistas que uma boa pinacoteca.
A senhora Tussaud nasceu em Estrasburgo, França, em 1761, e aprendeu a arte de modelar em cera de um médico especialista, em cuja casa sua mãe foi governanta. Sua primeira figura foi a de Voltaire, em 1777, e desde então se dedicou a fazer máscaras de falecidos célebres durante a Revolução Francesa. Seu hobby converteu-se em espetáculo circense em Londres, onde nasceu seu primeiro museu em 1835, em Baker Street.
Hoje não apenas é uma das maiores atrações turísticas de Londres, mas estendeu seus tentáculos por todo o mundo. Há sucursais de Madame Tussauds em todo o mundo: Los Angeles, Sidney, Hong Kong, Amsterdam, Nova York, Las Vegas...
Um famoso não é de verdade famoso até que tenha sua figura de cera em uma das salas de Tussauds... pareça com quem pareça. Porque, como se verifica, nem todas as estátuas representam sua celebridade tão bem como deveria ser. Porque nem sequer no século XXI, quando a técnica permite fazer coisas como realizar transplantes de cara em seres humanos, mas não copiar uma em cera.
Terça-feira, Novembro 29, 2011
Uma década sem George Harrison
George Harrison nos anos sessenta, em fotograma do documentário 'George Harrison: Living in a material world', de Martin Scorsese.
Uma década sem George Harrison
Recordam-se os 10 anos da morte de George Harrison.
ELSA FERNÁNDEZ- SANTOS – El País - Madrid - 29/11/2011
Tradução de Antonio de Freitas
George Harrison morreu no dia 29 de novembro de 2001, em Los Angeles, vítima de um câncer de laringe. Exatamente hoje há uma década atrás. Tinha 58 anos e havia sobrevivido 21 anos a seu companheiro de banda John Lennon, assassinado em frente a sua casa de Nova York em dezembro de 1980. Com Lennon e Harrison mortos, a historia do grupo somente pode ser contada através de seus dois sobreviventes, Paul McCartney e Ringo Starr.



















































